26 de mai. de 2010

DICAS DE FILMES - PARTE 1

Após alguns dias sem postar nada, volto hoje querendo mudar um pouco de assunto. Apesar de hoje ser uma super quarta-feira para o futebol, vou deixar esse assunto para amanhã.

Hoje quero falar sobre filmes. Vou dar algumas dicas de filmes um pouco mais velhos, mas que valem a pena. Talvez vocês já tenham assistido, talvez apareça nesta lista algum filme que passou despercebido na estante da locadora, talvez tenha um ou outro do qual você também é fã, ou até um que você precisou assistir mais de uma vez para entender!

Como eu só assisto filmes de ação e suspense inteligente e um ou outro de comédia, vou pedir que vocês façam comentários sobre outros gêneros que eu não postar aqui.

Para começar uma trilogia sensacional! Muita aventura, carros, mulheres bonitas, tiros e um toque refinado de inteligência. Filme com Matt Damon.

A Trilogia Bourne conta com os filmes:

A Identidade Bourne”: Um rapaz sem memória (Matt Damon) é retirado do mar semi-afogado e perfurado por duas balas. Ao retomar os sentidos, nem ele próprio sabe mais quem é. Sua única pista é o número de uma conta num banco suíço, encravada sob sua própria pele. A partir desta indicação ele inicia uma busca frenética pela sua verdadeira identidade,

Supremacia Bourne”: Jason Bourne (Matt Damon) está de volta e cada vez mais perto de descobrir sua verdadeira identidade. Escondido num distante ponto da Índia, ao lado da namorada Marie (Franka Potente), ele se vê perseguido por um assassino russo. Bourne também se torna o principal suspeito de um crime, pois suas digitais são encontradas no local de um atentado. Ele passa, então, a ser perseguido por Pâmela Landy (Joan Allen), que não vai medir esforços para capturá-lo. Jason Bourne é jogado para o centro da ação, que envolve lutas incessantes, perseguições de carros e muita adrenalina.

Bourne Ultimato”: Chegou o fim da linha para Jason Bourne (Matt Damon). Agora, ele está decidido que nada mais vai detê-lo: nem as promessas insustentáveis de seu chefe nem as mortes dos que o perseguem incansavelmente. Com nada mais a perder, ele usará toda habilidade que adquiriu para ir atrás de seus criadores e acabar com tudo. Sua busca o levará a Madri, Londres e Tanger, no Marrocos, enganando agentes federais e polícias locais numa busca desenfreada para encontrar respostas às perguntas que o assombram. Acima de tudo, essa jornada de Bourne o levará ao lugar onde tudo começou e onde deve terminar: as ruas de Nova York.

Outra seqüência muita boa de filmes são os roubos aos cassinos em Las Vegas. Com um elenco milionário e com cenas impecáveis esses três filmes vão te deixar com vontade de fazerem suas apostas.

Por curiosidade postarei os elencos dos três filmes aqui. Só tem cobra criada.

Onze homens e um segredo”: Danny Ocean (George Clooney) é um homem de ação. Apenas 24 horas após deixar a penitenciária de Nova Jersey ele já está pondo em prática seu mais novo plano: assaltar três cassinos de Las Vegas em apenas uma noite, em meio à realização de uma luta que vale o título mundial dos pesos-pesado. Para tanto Ocean reúne uma equipe de 11 especialistas a fim de ajudá-lo em seu plano, seguindo sempre três regras básicas: não ferir ninguém, não roubar alguém que realmente não mereça e seguir o plano como se não tivesse nada a perder.

Elenco:

George Clooney

Brad Pitt

Julia Roberts

Casey Affleck

Scott Caan

Don Cheadle

Matt Damon

Frankie J. Alisson

Andy Garcia

A curiosidade desse elenco é que outros grandes atores ainda estavam cotados para o filme e acabaram ficando de fora. Entre eles, Johnny Depp, Bill Murray, Bruce Willis, Michael Douglas e Mark Wahlberg.

Doze homens e outro segredo”: Após Danny Ocean (George Clooney) e seu bando roubarem US$ 160 milhões do Bellaggio, um hotel-cassino, e conseguir de volta sua esposa, Tess (Julia Roberts), que na época estava namorando Terry Benedict (Andy Garcia), o dono do Bellaggio, Danny reparte o dinheiro e cada um vai viver de forma discreta. Três anos depois Danny e Tess vivem tranqüilamente em Connecticut, mas esta paz é quebrada com o reaparecimento de Benedict, que quer a quantia roubada de volta, apesar de ter recebido esta quantia do seguro. Além disto Benedict quer os juros de 3 anos, o que no total seria quase US$ 200 milhões. Acontece que a quadrilha gastou dinheiro demais e agora precisa bolar um plano fantástico para levantar esta quantia em apenas duas semanas, ou então todos serão mortos. Danny e seu melhor amigo, Rusty Ryan (Brad Pitt), concluem que a melhor opção é roubar um raríssimo Ovo Fabergé, que está sendo exibido num museu de Roma e que vale o que eles precisam. Porém logo descobrem que François Toulour (Vincent Cassel), um milionário que gosta de praticar roubos impossíveis apenas para mostrar seu intelecto, também pretende roubar o Fabergé.

Esse filme mostra um elenco ainda superior ao do primeiro filme. Além dos figurões este ainda conta com Catherine Zeta-Jones e Bruce Willis.

A princípio o roteiro desse filme foi escrito para outro filme que seria gravado por Jonh Woo, com a decisão da Warner em realizar o filme, o estúdio pediu ao criador do roteiro que o reescrevesse adaptando para os personagens do filme anterior.

Treze homens e um novo segredo”: Reuben Tischkoff (Elliott Gould), o homem que bancou financeiramente o assalto triplo aos cassinos de Terry Benedict (Andy Garcia), foi traído por Willie Bank (Al Pacino), um inescrupuloso dono de cassinos. Com Reuben no hospital, Danny Ocean (George Clooney), Rusty Ryan (Brad Pitt) e sua trupe mais uma vez se reúnem para iniciar um plano de vingança. O objetivo é derrotar Bank na noite de inauguração de seu mais luxuoso cassino, chamado The Bank, derrotando-o financeiramente e também atingindo sua reputação.

Na terceira parte da seqüência o diretor Steven Soderbergh ainda contou com mais uma estrela, Al Pacino interpreta Willie Bank.

A curiosidade dessa seqüência de filmes é que o diretor exigiu que todos os filmes contassem com o mesmo orçamento. Aproximadamente 110 milhões de dólares.

Por hoje é só... Depois volto com mais dicas de filmes!

21 de mai. de 2010

Flamengo fora! Inter garante vaga com estrela do Giuliano

Resultados de ontem:


Estudiantes 2 X 1 Inter

Universidade do Chile 1 X 2 Flamengo



Vamos lá então analisar mais dois jogos da Libertadores. Dois jogassos, diga-se de passagem.

Na Argentina o atual campeão perdeu a vaga pro Inter no penúltimo minuto de jogo, analisando os 180 minutos fica difícil falar se foi justo ou não. O que eu sei é que foi um ótimo jogo e que o Verón continua sendo um dos melhores meias do mundo.

O Inter tomou dois gols muito rápidos e depois soube jogar até fazer o único e decisivo gol, foi guerreiro e contou com um Estudiantes que parece não ter aprendido com o Cruzeiro ano passado. Depois que fez dois a zero pensou que a “fatura estava liquidada” do mesmo jeito que foi campeão dentro do Mineirão ano passado em cima do Cruzeiro, perdeu ontem para o Inter.

O Fossati é péssimo técnico e o Inter não vai ser campeão com um técnico que acha que sair pra cima de um time argentino jogando fora de casa mesmo com a vantagem de poder perder por um gol de diferença seja uma ótima estratégia. Contando com a estrela do jovem Giuliano o Inter conseguiu a vaga pra semifinal.


No final do jogo vimos uma pequena confusão em campo, mas nada demais pros padrões argentinos. Esse tipo de atitude e de malandragem tá no DNA dos hermanos, eles já ganharam Copas do Mundo assim e isso não vai mudar nunca.

No jogo do Flamengo, o que chamou mais atenção foram as pedras, bolas de golfe e moedas que a torcida chilena atirou nos jogadores cariocas. A imprensa fez muito barulho sobre o assunto, mas ninguém fala nada quando colocam um canhão de laser na cara dos goleiros adversários, atitude que talvez seja mais prejudicial tanto pra saúde quanto para o desempenho dos jogadores.

Foi um jogo de dois bons goleiros, duas zagas bem seguras e dois ataques bem eficientes, porém LaU ficou devendo no meio campo. Apesar da grata surpresa e ótimo camisa 10 Montillo. O que joga esse argentino de 25 anos é brincadeira. Será que é muito difícil pra um time mineiro achar um cara desses na Argentina? Assim como fazem os chilenos há algum tempo já. Jogo de belíssimos gols, um pra cada lado.

No final prevaleceu aquilo que era mais óbvio! Com a vitória merecida no Maracanã LaU chegou em casa com o direito de perder por até um gol de diferença e foi o que aconteceu!

Pra finalizar esse papo sobre Libertadores, afirmo que prevaleceu a coerência se é que ela existe no futebol. Inter e São Paulo têm os melhores elencos do Brasil e mereceram as suas classificações. Agora é esperar pra ver qual deles é o mais forte!

20 de mai. de 2010

O Início de mais um Blog

Bom, pra começar meu blog quero falar de futebol. O esporte mais praticado no mundo e a maior paixão nacional.


Como não poderia ser diferente, vou deixar claro pra todos que sou um atleticano dos mais chatos que podem existir. Mas também quero avisar que tentarei ser o mais imparcial possível e que também vou procurar postar algumas coisas de amigos cruzeirenses.

Vou começar então analisando a rodada da Copa do Brasil e da Libertadores ontem.

Na Vila Belmiro o Santos conseguiu mais uma grande vitória e como conseqüência a classificação pra final da Copa do Brasil. Deve ficar com o título, pois o outro finalista, o Vitória BA, que ganhou com propriedade em casa da boa surpresa Atlético GO não tem time pra ganhar dos meninos da vila. Pra piorar a situação o senhor Héber Roberto Lopes deu o terceiro cartão para o goleiro do Vitória porque ele deu a temida paradinha quando se aventurou a bater um pênalti no último minuto de jogo. O presidente baiano promete brigar na CBF para retirar esse cartão.

No Morumbi, o Cruzeiro contou com a falta de maldade do bom jogador Kléber que mais uma vez foi expulso. Já são 6 expulsões em 56 jogos com a camisa celeste. O lance que ocasionou na expulsão do “Gladiador” é no mínimo discutível, com 1 minuto e meio de jogo o jogador cruzeirense acertou um tapa na cara do “Ricky”. Até concordo quando alguns comentaristas falam que o juiz tem que ser muito rigoroso pra expulsar um jogador com tão pouco tempo de jogo num lance que pode ter sido ocasional. Mas o Kléber é um jogador que já está “manjado” com a arbitragem sulamericana e, como ele próprio sabe disso, deveria entrar em campo com a cabeça fria e evitar esse tipo de lance.

Como amante do futebol, acho que está na hora do senhor Adilson Batista juntar os trapinhos e sumir do Cruzeiro (fontes dizem que o Sorín seria o próximo técnico celeste), porém como atleticano acho que o Adílson só traz alegrias pra gente!

Marques Messias

Pra inaugurar o blog, quero fazer uma homenagem ao nosso calango!
Para isso coloquei esse texto do Roberto Drummond


Marques


Lá vai Marques com a bola. Vai sozinho, só ele e Deus. Vai franzino. Vai quase um menino. Vai como um sino tocando; quando Marques pega a bola, é preciso ter fé. É preciso acreditar na festa do gol, é preciso libertar este grito de gol, em seguida ao drible traiçoeiro.

Ah, qual é o mistério de Marques?

Acaso é um guerrilheiro?

É um mágico?

É um anjo de chuteiras?

É um feiticeiro?

Tristes do meu país: alegrai-vos que Marques está com a bola e, quando Marques está com a bola, o milagre acontece.

O que é feio fica bonito.

O que é triste fica alegre.

O que é sem amor ganha um amor.

O que é sem esperança ganha fé.

Quando Marques pega a bola e parte com ela, com a decisão de um craque, os laterais direitos e os zagueiros tremem.

O que você está esperando, lateral-direito?

Espera o drible pela esquerda? Espera o drible pela direita? Espera um nó cego? Espera uma mágica de Marques?

O que impressiona em Marques é o amor e o respeito com que trata a bola.

É como se a bola não fosse uma bola, mas uma flor. Como se, mais do que uma flor, a bola fosse gente. Como se mais do que gente, a bola fosse uma mulher. Como se, mais do que uma mulher, a bola fosse a amada.

Uns chutam a bola com força. Uns chutam com raiva. Chutam com rancor. Chutam sem dó nem piedade. Marques não. Parece que Marques está dizendo aos incrédulos do mundo: numa bola a gente não bate nem com uma flor. O toque da chuteira de Marques tocando a bola é como uma flor tocando.

Marques joga um futebol irmão. Toda a magia feiticeira que põe no drible, correndo pela esquerda como um guerrilheiro de Deus, é em função da solidariedade no futebol.

Não, Marques não tem fome de gols.

Não, Marques não é um fominha.

Ele dribla pelos companheiros de time. Quando cruza a bola, é como se quisesse ensinar a todos nós e aos brasileiros em geral: é preciso ser irmão.

Desesperados do meu país: calai vosso desespero que Marques está com a bola nos pés. Vale viver para ver. Adiai vossos gestos tresloucados que, quando Marques corre com a bola, dá uma vontade de viver, uma vontade de ser bom, uma vontade de fazer o bem sem olhar a quem.

Marques é como um operário jogado, tijolo por tijolo, drible por drible.

Lá vai Marques com a bola. Vai sozinho. Vai como uma locomotiva passando: senhores passageiros do trem da alegria, queiram tomar vossos lugares.





Roberto Drummond